23 de Agosto de 2017

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Proteção Civil

A proteção civil somos todos nós! - Empresas, Estado, Instituições, Cidadãos. Deve começar primeiro por cada família, que tem o dever de proteger os seus membros. Estas, e em especial os seus responsáveis, devem atuar de modo a prevenirem todas as eventuais ocorrências (medidas de prevenção e autoproteção). Neste âmbito, algumas medidas podem e devem ser tomadas, a começar pelo treinamento dos elementos mais velhos e ensinamento dos mais novos, bem como a consciencialização dos riscos que podem ocorrer.

A vida tem as suas raízes mergulhadas no ambiente, na terra, que no seu processo de dinâmica evolução, pode provocar o que nós designamos por catástrofes naturais, tais como: sismos, vulcões, ciclones, inundações e incêndios (de origem natural). O homem, por sua vez, vive neste ambiente e por vezes, de forma menos harmoniosa que pode conduzir a situações de catástrofes tecnológicas, como sejam, incêndios, explosões, poluição, contaminação, entre outras. Vivemos pois, num ambiente sujeito a riscos de origem natural ou tecnológico.

Temos a obrigação de nos defendermos destes diferentes riscos de proteção civil, tomando para tal, medidas de autoproteção. Estas, assentam essencialmente na fase da prevenção (prevenir os acidentes individuais e coletivos), de modo a que não tenhamos que executar as fases seguintes da proteção civil. Temos portanto, que atuar a este nível, de modo a evitar os riscos; no entanto, e caso ocorram estas situações, devemos estar preparados para atuar, de modo a atenuar e limitar os efeitos desses mesmos riscos.

 

O Serviço Municipal de Proteção Civil (SMPC) está incumbido de executar a política municipal de segurança das populações no âmbito da Proteção Civil. 
No que diz respeito à proteção civil o bem mais precioso é a vida humana e por consequência a sua proteção. A concha simboliza isso mesmo: algo que nos protege, seja através da prevenção ou planos de ação sobre acontecimentos de catástrofe.

A concha simboliza solidez, firmeza, proteção… A vida humana é o tesouro que ela protege.

   "As conchas, representativas da produção do mar, são de ouro, porque sendo este metal o mais rico na heráldica. Simboliza, a fortuna sem limites que a pesca apresenta.” 

 

 

CONTACTOS
telemóvel - 916 601 234
telefone - 231 480 550

 

 

 

 

A Carta de Segurança trata-se de um investimento de grande impacto na gestão e coordenação dos meios e recursos. Este instrumento será fundamental para o planeamento e investimento em meios e sistemas de segurança a nível municipal e regional e para a gestão das situações de intervenção e emergência.

O acesso a esta Carta de Segurança será facilitada em situações correntes e operacionais por equipamento terminal adequado a instalar nas Entidades coordenadoras a nível regional e municipal, bem como outras Entidades Relevantes nomeadamente Bombeiros, Proteção Civil e Polícia.

A Carta de Segurança encontra-se em formato de Base de Dados Georeferênciada, onde são identificadas as zonas e situações de risco com informação associada detalhada, bem como a localização de recursos e sistemas de segurança e resposta a situações de emergência.

 

 

Como resultado do Projeto Secur-Ria, foram elaboradas pela Universidade de Aveiro um conjunto de Cartas de Risco: Risco de Erosão Costeira, Cheias,  e  Incêndios Florestais.

Para além destas Cartas de Risco,  os Serviços Municipais na elaboração do Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios e do Plano Operacional Municipal, elaboraram outras cartas de risco.

Esta informação cartográfica assume um caráter de sensibilidade elevado pelo que não se encontra disponível para consulta online, estando apenas disponível para consulta nos serviços municipais depois de autorizada.

O Plano Municipal de Emergência é um documento que identifica e caracteriza os riscos naturais e tecnológicos que podem ocorrer na nossa área territorial, organizando a atuação das entidades antes, durante e pós emergência.
O Plano Municipal de Emergência de foi concebido para organizar a intervenção das entidades, os recursos disponíveis e com responsabilidade na área da Segurança, em situações de emergência que se possam gerar ou ter influência na área do município.

O Plano Municipal de Emergência estabelece o quadro orgânico e funcional de intervenção em situações de grave risco, catástrofe ou calamidade pública, bem como o dispositivo de funcionamento dos diversos serviços chamados a intervir em situação de emergência, e ainda a coordenação entre as várias forças intervenientes no Plano.

Este documento define os mecanismos que permitem a gestão dos meios e recursos para intervir em situações de emergência.

Este Plano insere-se na Organização Nacional de Emergência e articula-se com os níveis de Proteção Civil Distrital (Centro Distrital de Operações de Socorro - CDOS) e Nacional (Serviço Nacional de Bombeiros e Proteção Civil – SNBPC), na eventualidade de ocorrência de um acidente de dimensão tal que ultrapasse com intensidade apreciável os limites do concelho, ou a capacidade de intervenção do Centro de Municipal de Operações de Emergência de Proteção Civil.